No Dia do Pai, homenageamos quem se divide entre as exigências do relvado e a missão da paternidade, mas, sobretudo, os pais que garantem a retaguarda daqueles que entram em campo para dirigir o jogo.
Ser árbitro e pai é um exercício diário de conciliação. Entre treinos rigorosos, viagens ao fim de semana e análises de jogo, estes homens assumem no lar a sua função mais determinante: educar, proteger e estar presente. Se no campo a missão é garantir o cumprimento das regras, em casa o objetivo é transmitir valores como o respeito, a empatia e a resiliência.
Não nos esquecemos do pilar fundamental, os pais dos árbitros que estão nas bancadas. Se a paternidade exercida pelos árbitros merece reconhecimento, o papel dos pais dos árbitros revela-se vital, uma herança de valores.
Neste Dia do Pai, o reconhecimento estende-se assim a todos os homens que apitam, mas com uma vénia muito especial àqueles que, do lado de fora do relvado, nunca deixaram de ser a principal claque e o porto de abrigo dos seus filhos.
A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), agradece a partilha dos árbitros e árbitras Ana Afonso, Bruno Vieira, Carlos Teixeira, Cristina Vicente, João Sinval, Patrícia Carneiro, Sandra Lopes e seus respetivos pais.